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Atualização da Tabela do Simples Nacional: Impactos para Serviços

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Atualização da Tabela do Simples Nacional em Debate na Câmara: Impactos para Prestadores de Serviços

Com a inflação acumulada desde 2018 e os limites de receita bruta do Simples Nacional congelados, prestadores de serviços enfrentam a iminente perda de benefícios e a necessidade de migrar para regimes fiscais mais onerosos.

Em 28 de agosto, a Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara realiza audiência pública para debater a atualização desses patamares. Proposta pelos deputados Julio Lopes e Any Ortiz, a revisão busca corrigir os tetos de faturamento e fortalecer a competitividade das micro e pequenas empresas.

A urgência desse ajuste é crucial para garantir a sustentabilidade e a formalização contínua dos prestadores de serviços.

Perigo Fiscal: sem correção, prestadores de serviços podem perder benefícios do Simples

Desde 2018, os limites de receita para enquadramento no Simples Nacional estão congelados, o que corrói o poder de compra dos benefícios fiscais e empurra prestadores de serviços para fora do regime simplificado. Com a inflação acumulada, profissionais que antes se mantinham dentro do teto agora ultrapassam os patamares estabelecidos, ficando obrigados a migrar para regimes como Lucro Presumido ou Lucro Real. Essa transição costuma significar burocracia maior, custos contábeis elevados e dificuldades no fluxo de caixa, tornando urgente a atualização imediata da tabela do Simples Nacional para preservar a competitividade e a sustentabilidade das micro e pequenas empresas de serviços.

Audiência na Câmara: quem são os protagonistas e qual a pauta de debate

Em 28 de agosto, a Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados realizou audiência pública para discutir a atualização da tabela do Simples Nacional.

  • Propositores: deputados Julio Lopes (PP-RJ) e Any Ortiz (Cidadania-RS).
  • Data e local: quinta-feira, 28 de agosto, no plenário da Comissão.
  • Objetivo: revisar os limites de faturamento anual para enquadramento no Simples Nacional, congelados desde 2018.

O debate busca construir propostas legislativas que alinhem os tetos de receita bruta aos índices de inflação acumulados, garantindo que micro e pequenas empresas mantenham acesso ao regime simplificado e preservem sua competitividade.

O movimento “Atualiza Simples” e a defesa da correção inflacionária

O movimento “Atualiza Simples” reúne empreendedores, entidades de classe e especialistas que defendem a revisão periódica dos limites de faturamento do Simples Nacional com base em índices oficiais de inflação. A iniciativa busca evitar que microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) sejam forçadas a migrar para regimes fiscais mais complexos e onerosos, preservando a competitividade e facilitando o planejamento tributário.

Entre os principais argumentos apresentados estão:

  • Correção automática dos tetos de receita, evitando o congelamento que perdura desde 2018;
  • Garantia de previsibilidade e redução de custos administrativos para quem atua no Simples;
  • Incentivo à formalização de novos negócios, ampliando a base de contribuintes.

Segundo o Sebrae, MEs e EPPs representam 99% do universo empresarial brasileiro, respondem por 54% dos empregos formais e por cerca de 30% do PIB nacional. Para esses prestadores de serviços, a adoção de mecanismos de correção inflacionária periódica é essencial para manter o equilíbrio financeiro e estimular o crescimento sustentável.

Impactos e próximos passos para prestadores de serviços

A atualização da tabela do Simples Nacional deve trazer benefícios significativos para prestadores de serviços que atuam como ME e EPP. Com tetos de faturamento corrigidos pela inflação, será possível:

  • Reduzir a pressão tributária e manter a margem de lucro;
  • Aumentar a previsibilidade no planejamento financeiro e orçamentário;
  • Fortalecer a competitividade frente a grandes empresas;
  • Incentivar novos registros formais, ao garantir que mais negócios se enquadrem no Simples.

Quanto ao processo legislativo, os próximos passos incluem:

  • Elaboração de relatório na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços;
  • Realização de audiências públicas complementares e recebimento de emendas;
  • Votação na comissão e envio ao Plenário da Câmara;
  • Análise e votação no Senado Federal;
  • Sanção presidencial e publicação da nova tabela.

Caso siga o cronograma regular, as empresas poderão contar com as novas regras ainda no próximo ano-calendário, garantindo estabilidade tributária e ambiente mais favorável ao crescimento do setor de serviços.

Como a Exatus pode ajudar e convide para acompanhar nosso blog

Na Exatus Soluções Contábeis, acompanhamos de perto as mudanças tributárias que mais impactam prestadores de serviços. Nossa equipe está pronta para oferecer orientações claras sobre gestão tributária, legalização de CNPJ e Imposto de Renda, ajudando você a manter sua empresa em dia e focar no crescimento.

Para receber análises como esta e ficar por dentro das novidades diárias sobre o Simples Nacional e demais temas contábeis, acompanhe nosso blog. Publicamos conteúdos práticos para apoiar sua tomada de decisão e garantir mais segurança em cada etapa do seu negócio.

Fonte Desta Curadoria

Este artigo é uma curadoria do site Jornal Contábil. Para ter acesso à matéria original, acesse Comissão da Câmara debate atualização da tabela do Simples Nacional

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